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A ALIMENTAÇÃO CARNÍVORA É ALGO QUE ACOMPANHA A HUMANIDADE, QUEM SOMOS NÓS PARA PODERMOS JULGAR E SABER O QUE É CERTO OU ERRADO,

A clareza de André Luiz também é forte. O fato é que no momento do sacrifício o animal com medo, efeito natural do instinto de conservação, torna a “matança” dolorosa e árdua. E, por isso, é difícil não encontrar um local onde os animais não sejam mortos com tirania e crueldade para satisfazerem os caprichos humanos. Vejamos o que nos diz Eurípedes Kühl na obra “Animais nosso irmãos” a respeito de como eram executados os animais (e talvez ainda o sejam):

- 12 horas antes do abate eram privados de água e alimento, para amaciar a carne;

- eram conduzidos molhados a um corredor e dali tangidos com choques elétricos de 240 volts;

- a seguir, uma pancada na cabeça, tonteando-os;

- animal ainda vivo, as patas eram cortadas, com machado ou tesoura grande, de forma a esgotar todo o sangue;

- ainda vivo, com ferimentos terríveis, o animal era colocado em uma estufa para suar e com isso eliminar o ‘mal educado’ cheiro de cavalo de sua carne;”

Será que alguém em sã consciência aceitaria tais situações para com os animais? Fazendo uma pausa por aqui, nos perguntamos como os espíritos grupos se sentem diante de tais situações. Um exemplo melhor ainda, como será que Francisco de Assis se sentiria vendo os animais morrerem dessa forma brutal?
Coletado no Site : www.omensageiro.com.br 

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